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24 de maio de 2013

Gatsby

Apaixonei-me pelo Jay Gatsby.
Atingiu-me a forma como ele olhava, tocava, admirava, enfim como ele amava a Daisy. Como esse amor o prende de tal forma e faz com que nada mais faça sentido sem ela. 
Todos os seus sonhos, todos os seus projectos, cada passo que dá é em direcção a ela, para e por ela.
Impressionou-me a forma como um homem tão confiante e confortável na sua pele fica inseguro e perturbado ao estar na presença da pessoa que ama.
A cena em que ele morre mostra como ele acreditava na ilusão que vivia. Ele morreu a achar que era ela, a sua amada Daisy, que lhe ligava.
Saí do cinema atordoada com tal Amor. Já não se ama assim!



Vou ler o livro para reviver todas as emoções e sentimentos que este personagem me fez sentir.

12 de maio de 2013

Pausa

"Amo-te" é algo que não pronuncio em voz alta há tanto tempo que nem sei se algum dia conseguirei dizê-lo de novo.
A minha fragilidade emocional quando te conheci fez com que depositasse em ti todas as esperanças do mundo, todos os sonhos que trazia guardados por viver...o dia em que te foste embora foi o apocalipse, vi sair por aquela porta tudo o que sempre quis.
Foi uma despedida sofrida, sinto que foi o Adeus mais longo de sempre e com ele uma parte de mim partiu para não mais voltar.
Devolves-ma? Sinto falta dela.
Outras pessoas têm cruzado o meu caminho, o meu tortuoso caminho, e todas elas só têm contribuido para o meu poço com mais um balde cheio de mágoas, desilusões e muitas lágrimas.
Preciso de uma pausa, preciso de estar comigo a sós e descobrir novos sonhos e esperanças para depositar na única pessoa que nunca me dirá Adeus, Eu!